Estradas precárias, obras paralisadas, limitações no fornecimento de energia e gargalos logísticos aumentam custos e dificultam a atração de investimentos e a geração de empregos no Tocantins. Para enfrentar esses problemas, Maurício Buffon propõe uma atuação federal voltada à ampliação dos investimentos em infraestrutura e à fiscalização das obras financiadas pela União.
Candidato a deputado federal pelo PL, Buffon defende maior integração entre rodovias, ferrovias e hidrovias, além de segurança energética para municípios, empresas e propriedades rurais. Segundo ele, uma infraestrutura mais eficiente reduz custos de transporte, amplia a competitividade e cria condições para novos investimentos.
“Uma estrada ruim não prejudica apenas quem transporta uma carga. Ela encarece o alimento, atrasa serviços, aumenta o custo do comércio e afasta investimentos. Infraestrutura significa desenvolvimento, emprego e qualidade de vida”, afirma.
Buffon pretende acompanhar os projetos federais destinados ao Tocantins e cobrar providências sobre obras paralisadas. A atuação inclui requerimentos de informação, fiscalização de contratos, articulação com ministérios e acionamento dos órgãos de controle diante de possíveis irregularidades.
O candidato também relaciona infraestrutura à qualificação profissional. Ele defende ampliar recursos para institutos federais, universidades e cursos técnicos conectados às oportunidades existentes em cada região do estado.
“O Tocantins precisa preparar seus jovens para os empregos que já existem e para aqueles que podem surgir com novos investimentos. A representação federal deve conectar infraestrutura, formação profissional e desenvolvimento regional”, destaca.
Para Buffon, a atuação parlamentar precisa combinar articulação por projetos estruturantes com acompanhamento da execução dos recursos federais destinados ao estado.
“O Tocantins não pode perder oportunidades por falta de articulação, planejamento e fiscalização em Brasília. É preciso buscar investimentos, acompanhar os projetos e cobrar para que aquilo que foi anunciado realmente saia do papel”, conclui.










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