O mercado de boi gordo vive um momento de preços em alta: a arroba subiu no mercado futuro nas últimas semanas, e analistas do setor projetam preços sustentados para setembro. Um dos sinais por trás dessa alta é a queda no abate de fêmeas em agosto, movimento que costuma indicar que pecuaristas estão retendo matrizes para reconstruir o rebanho, apostando em preços melhores à frente, segundo dados do Cepea/Esalq divulgados pelo portal Notícias Agrícolas.
Para o candidato a deputado estadual Virgílio Azevedo, que também é produtor rural e proprietário do Rancho Azevedo, em Palmas, esse tipo de ciclo de mercado é justamente o momento em que o pecuarista mais precisa de agilidade do poder público, seja para regularizar uma área, obter licença sanitária ou de manejo, ou acessar linha de crédito rural, para conseguir aproveitar o momento favorável sem travar no meio do processo.
“O produtor sabe a hora de vender e a hora de guardar. O que ele não pode é perder a janela boa do mercado esperando um processo que devia ser rápido”, afirma o candidato.
Sobre como pretende agir no mandato para atender esse tipo de demanda, Azevedo diz que vai priorizar emendas voltadas a crédito rural e cobrar celeridade dos órgãos estaduais responsáveis por licenciamento sanitário e ambiental. “Vivo a pecuária no dia a dia, sei o tanto que um atraso pode custar pro produtor. É isso que vou levar pro mandato”, diz.
O momento de mercado também afeta diretamente quem trabalha no manejo do gado no dia a dia, os vaqueiros, responsáveis por cuidar do rebanho nas fazendas do Vale do Araguaia. Para Azevedo, valorizar esse trabalhador faz parte da mesma pauta de fortalecer a pecuária no estado.










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